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Passeios

Os três clubes organizam passeios ao longo de todo o ano. Dado o facto de haver deslocações de barcos e pessoas, e de assegurar alojamentos e alimentação, as questões organizativas são determinantes para o êxito dos passeios.

Avis - Barragem do Maranhão (30 de Março de 2019)

O primeiro passeio que participamos foi à Barragem do Maranhão, no concelho de Avis. Possui uma pista de 2 mil metros. É um dos locais eleição no mundo para a prática do remo, onde estagiam atletas olimpicos. Não fomos ao complexo desportivo da Herdade da Cortesia, nem era preciso. Ficamos um ponto bastante distante, mas que permitia o acesso fácil ao plano de água. Foi frustante. Não havia barcos para todos, ou só os havia para alguns. Um "boti-botas" era o único disponível para ser partihado durante duas horas. Resultado: após termos feito centenas de quilómetros para remar na barragem do Maranhão, não saímos de terra. Nota positiva: o almoço no restaurante "O candeeirinho" na vila de Seda foi excelente.

Valada do Ribatejo (19 de Março de 2023)

Valada do Ribatejo, 19/03/2023

O penúltimo passeio que nos inscrevemos foi a Valada do Ribatejo (concelho do Cartaxo). Ao contrário do exemplo anterior, este passeio primou pela organização, tendo proporcionado um dia bem passado no Tejo das Lezirias. Antes do evento, os organizadores da ANL estudaram o local, a influência das marés, fizeram o percurso de barco, definiram o número de pessoas por embarcação e possiveis apoios para alimentação e bebidas, e o mais que fosse necessário. O resultado final foi uma agradável convívio e uma lindissima experiência de remo no Tejo.

Chega-se a Valada do Ribatejo, atravessando a célebre Vala da Azembuja, um canal paralelo ao Tejo, mandado abrir pelo Marques de Pombal para enxugar os campos de Santarém. Esta localidade, como outras ribeirinhas era assolada por violentas cheias do Tejo, apesar da protecção de um antigo dique que vai desde as Omnias até Casa Branca.Terá existido aqui uns paços reais, como dá conta Fernão Lopes, nos quais se albergaram D. Pedro I e D. Fernando, e pousou Henrique de Castela, depois das Pazes de Santarém (1373). A igeja paroquial da invocação de Nª. Srª. do O é de fundação quinhentista. Foi reformada em 1901.

Curiosidade: a poucos quilómetros a juzante de Valada, a 9 de Março de 1493, desembarcou Cristovão Colombo com indios que trouxe das Indias ("América"). Dirigiu-se depois para o Mosteiro de Nª. Srª. das Virtudes e dali partir para Vale do Paraiso (Aveiras de Baixo) para se encontrar com D. João II. Neste mosteiro encontra-se o túmulo de Fernando de Noronha, irmão da Marquesa de Montemor, que se encontrava exilada em Sevilha, na sequência da conspiração contra o rei em 1483. Era parente de Colombo e moravam na mesma rua em Sevilha.

Valada do Ribatejo, 19/03/2023

Foram realizados dois percursos:

1. Percurso para jusante (rio abaixo). Observação de Escaroupim (conc. Salvaterra de Magos) e Aldeia da Palhota (conc. Cartaxo), cujas casas em madeira eram servidas por escadas exteriores, debaixo das quais eram guardados os barcos. Aldeia de Palhota, na qual Alves Redol se inspirou-se para escrever o romance Avieiros (1942), foi também designada por Mouchão das Casas Altas, devido às palafitas, criadas como prevenção das cheias do Tejo. Entre as várias ilhas no meio do rio, a Ilhas das Garças destaca-se pela profusão destas aves.

2. Percurso para montante. O ponto de retorno foi um areal depois da Ponte de Dona Amélia. Esta ponte ferroviária, inaugurada a 14/01/1904, permitia a ligação entre o Norte e o Sul do Tejo. Em 2001 foi adaptada ao tráfego rodoviário, ao lado da qual foi construída uma nova ponte ferroviária com maior estabilidade.

Alqueva ( 22 a 25 de Abril de 2023)

Lazer é indissociável da cultura. Foi com este entendimento que começou a ser organizado o passeio de quatro dias à Barragem do Alqueva, com estadia no Monte do Caneiro (Aldeia da Luz). Remar na Barragem, inaugurada em 2004, e que possui o maior lago artificial da Europa, só por si valeria a visita. A paisagem envolvente é de uma beleza única.

A ANL acrescentou ao programa também uma visita a Monsaraz, Mourão, Amareleja, Santo Aleixo da Restauração e Barrancos. Terras de fronteira, cuja história está ligada a muitas guerras entre Portugal e Espanha. Uma "fronteira" que não é reconhecida por Portugal desde 1801, e que actualmente se extende ao longo do antigo leito do rio submerso na albufeira. Neste ano a Espanha, desencadeou uma guerra contra Portugal, e apossou-se nesta região de uma vila portuguesa - Olivença -, cuja posse nunca foi reconhecida. De alguns destes conflitos de fronteira dá conta o folheto da ANL.

As experiências e o convivio que foram proporcionados aos participantes (remadores e acompanhantes) ultrapassou todas as expectivas. A ANL e o treinador Filipe Nuno Monteiro são merecedores dos maiores elogios pelo empenho e profissionalismo que colocaram em mais uma iniciativa.

Na véspera do passeio, às 18h00 já um grupo de ramadores estava na Doca de Santo Amaro, a colocar 4 embarcações no atrelado e a preparar o material necessário.

O mister chega com o atrelado ao Alqueva

O grupo constituído por 20 remadores, avança na direção dos yoles de 4. Todos sabem o que tem que fazer.

A saída de Alcântara ocorreu às 8h30 do dia 22, e a primeira paragem foi em Reguengos de Monsaraz para a compra colectiva de alimentos e bebidas. Após uma refeição ligeira em Monte do Caneiro e uma retemperadora pausa, 4 embarcações, cada qual com 5 tripulantes já estavam a sulcar as águas da barragem durante três horas. Fruto de treinos de coordenação colectiva, sem atrasos, ao fim do dia todos os participantes passeavam sem pressas por Mourão, e não tardaram a saborear uma sopa de cação no restaurante O Chafariz.

Um yole deslizando sobre o plano de água

O dia 23 (Domingo) foi dedicado à cultura e a convívio que começou com uma visita a Monsaraz, seguindo-se Amareleja, Santo Aleixo da Restauração e Barrancos, e para quem quis, um banho na Fonte da Pipa.

O dia 24 foi inteiramente dedicado ao remo, durante mais de cinco horas, com uma pausa reparadora com pic-nic na Praia Fluvial de Monsaraz.

Durante o jantar, por decisão unânime, o treino do dia 25 de Abril começou às 6h00 da manhã... contemplando em plena barragem o nascimento do sol ! Não foi apenas o Sol que nos veio fazer companhia, mas também uma profusão de aves (Grou, Perdiz-do-mar, Milhano, Perna Longa, Malhafre Preto, Cegonha Branca, Corvo Marinho, Andorinhas...), de patos (Pato Real, Galeirão...) e até cinco balões de ar quente.

Às 5h30 a azáfama era grande nas margens da barragem. Não havia tempo a perder.

O Sol começou lentamente a surgir por detrás dos montes

Ás 6h00 da manhã 16 remadores e quatro timoneiros posionados no meio da barragem assistiram ao nascer do Sol. Os momentos que se viveram foram deslumbrantes. Ao longe destacava-se na paisagem a silhueta do castelo de Monsaraz.

Uma paragem na Aldeia de Luz, pelas 8h00, para um pequeno passeio, possibilitou também um merecido reforço do pequeno almoço, com umas das primeiras fornadas de pão quente na padeiria local.

Regresso aos barcos e ao improvisado ancoradoro. Apesar do natural cansaço, a eficiência do grupo manteve-se a mesma na colocação das embarcações e restante material no atrelado. Daqui rumámos a Monte do Caneiro, ponto de partida comum para Mourão, onde nos esperava um almoço oferecido pela Câmara Muncipal. Pelas 18h30, conforme o programado, na Doca de Santo Amaro iniciava-se a lavagem e arrumação das embarcações, remos, lemes, atrelado e a viatura do clube.

No almoço em Mourão, a que não faltou o cante alentejano, nem o convivio com duas simpáticas senhoras do Grupo Feminino de Cantares Alentejanos de Granja (Granjarte).

Fica feita uma brevissima síntese de quatro dias de intensa actividade desportiva, convívio e vivências culturais, pontuado por dois momentos especiais, a primeira edição do Monsaraz Medieval e uma Festa em Barrancos, no âmbito da Expo Barrancos 20223 - XV Feira do Presunto e dos Enchidos da região.

A participação nestes passeios de antigos atletas proporcionam a quem o ouve o conhecimento episódios singulares que fizeram a história do clube. Se em Valada tivemos o prazer de ter por companhia Serrano, em Alqueva o prazer foi a dobrar com Pedro Duarte e António Moeda.

Mourão. Esta antiga vila fazia parte da primeira linha do sistema defensivo do Alentejo, palco de sangrentos combates durante a longa guerra da restauração da Independência (1640 a 1668). O velho castelo de, concluido em 1343, , foi envolvido no século XVII por uma fortificação do sistema Vauban. As suas ruínas conferem-lhe uma singular silhueta. A primitiva vila de Mourão ergia-se junto ao Guadiana, num lugar chamado Vila Velha. Local que se revelou inapropriado, mudando-se a população para junto de uma Igreja dedicada a Nª. Senhora do Tojal (actualmente Nª. Sª. das Candeias). A Praia Fluvial e o Parque das Merendas são outros motivos a visitar nesta vila alentejana.

 

Cortejo Medieval, organizado pela Santa Casa da Misericórdia de Monsaraz, 23/04/2023

Monsaraz. "A Vila de Monsaraz foi conquistada aos Mouros em 1167, pelos homens de Geraldo sem Pavor. (...) desempenhou, ao longo dos sÚculos, o papel de sentinela do Guadiana, vigiando a fronteira com Castela", palavras do folheto da ANL. Achados arquelógicos testemunham que om local era habitado desde a pré-história, e depois sucessivamente ocupado por romanos, visigodos, árabes, moçarabes e judeus. Para obviar a falta de água foram construídas duas cisterna. Ainda no interior das muralhas, nos Paços da Audiência, destaca-se a pintura a fresco com " O Bom e o Mau Juiz". O castelo no século XVII foi envolvido por fortificações do sistema vauban. No século XIX, perdeu a sua função defensiva, e viu nascer a partir do século XVIII aos seus pés, Reguengos de Monsaraz (em 1851 tornou-se a sede de concelho).

Amareleja, recompos-se da pilhagem que vítima durante a guerra de restauração. Enfrenta hoje como todo o planeta uma guerra igualmente devastadora, provocada por alterações climáticas. Aqui se batem os records de temperatura no país.

Capela de Santo António (traseiras), Santo Aleixo da Restauração

Santo Aleixo da Restauração. O primitivo nome era São Veríssimo, no século XV passou a demoninar-se Santo Aleixo. O nome actual foi-lhe dado para lembrar a heróica acção dos seus moradores na guerra da restauração. A primeira destruição da aldeia ocorreu durante os conflitos em 1383/5 entre portugueses e castelhanos. No século XVII, os seus moradores conseguiram neutralizar duas campanhas militares espanholas, apesar dos parcos meios que possuiam para se defenderem. Em Outubro de 1641 aldeia foi quase arrasada. A 12 de Agosto de 1644, a heroica resistência, custou a vida a uma centena de moradores, a igreja foi destruida e as casas e haveres pilhados. Mais de 700 espanhóis foram mortos, numa luta que causou um enorme impacto no país. A igreja foi reerguida em 1683. Voltou a ser danificada em 1704, durante a Guerra da Sucessão, com uma nova invasão espanhola. As Terras da Contenda, permanceu até 1926 por dividir entre os dois países. É actualmente um importante polo turistico, devido à grande à sua biodiversidade e elevado número de veados.

Barrancos, ergue-se sobre um morro que se destaca sobre a paisagem envolvente. Foi ganhando importância em relação ao castelo de Noudar (fundado em 1346) que acabou abandonado. Foi arrasada em 1641, durante as guerras da Restauração, por se suspeitar que estariam a passar informações aos espanhóis. Durante a Guerra Civil em Espanha (1936-1939), encheu-se de refugiados em fuga. Pouco antes de ocupação de Oliva de la Fronteira pela tropas fascistas (21/9/1936) já mais de mil espanhóis se haviam refugiado em Portugal através desta fronteira, onde contaram com o apoio heróico de António Augusto de Seixas, tenente da guarda fiscal. Foi condenado a dois meses de prisão no Forte da Graça (Elvas) e à reforma antecipada.

Abunda nesta região testemunhos da sua ocupação pré-histórica, como menires, antas, cromeleques entre muitos outros vestígios. Durante a Idade Média foi entregue a várias ordens militares: Hospitalários/Malta (Mourão, Moura), Templários/Ordem de Cristo (Monsaraz), Avis (Noudar/Barracos).

Aldeia da Luz. Reconstruida entre 1998 e 2002, quando as comportas da barragem foram fechadas, procurou-se manter a memória da antiga aldeia. Uma história lembrada através de uma colecção etnográfica e achados arqueológiocs num belo museu local.

Cova do Vapor ( 15 de Julho de 2023)

Foi um dos passeios mais emocionantes da temporada. O Ricardo, arrais da Associação, às 9h00 em ponto já estava a verificar a lista dos inscritos e começou a formar as equipas. Eram três yoles de 4, a que se juntou depois um quarto yole também de 4. No cais reforçou as indicações: atravessar o Tejo a direito, na direcção do segundo pilar da ponte. Depois seguir junto à costa até à Praia do Segundo Torrão na Cova do Vapor - Trafaria (8 km). No regresso, antes das 13h00, atravessar de novo o Tejo, desta vez numa diagonal até ao Padrão dos Descobrimentos e daí à Doca de Santo Amaro (6km). O timoneiro do meu barco foi o experiente Georges, que o conduziu com mestria proporcionando excelentes angulos para observação das margens.

- Arribas e falésias. De grande beleza que se estendem de Cacilhas à Trafaria são também enorme de perigosidade devido a intermitentes derrocadas.

- Cais. Ao longo da costa sucedem-se vários cais para as mais diversas funções: cais de pesca de Palença, cais de graneis alimentares (Sovena, óleos Fula), cais de combustiveis (Repsol) e de passageiros (terminal do Porto Brandão), cais terminal de líquidos (Petrogal), cais de gás (OZ energia) e de cereais (Silopor) e o terminal da Trafaria

- Porto Brandão. A ocupção do lugar tem milhares de anos, os romanos tinham aqui uma salga de peixe (séc. I-V). O nome actual data do principio do século XVI quando era conhecida por "Porto do Brandão", o grande proprietário local. A história desta povoação está ligada à tripla função que possuia: defensa, lazareto e escoamento de produtos agricolas. A primeira foi foi desempenhada pelo Forte de S. Sebastião. A segunda pelo Lazareto de Lisboa. A terceira decorria da sua localização geográfica, situada numa zona rural. Daqui seguiam para Lisboa cereais, vinho, produtos horticolas, lenha e até pedra. A água era abundante. No século XIX desenvolveu-se a construção naval, a tanoaria, instalou-se uma fábrica de conservas, fundou-se a cooperativa dos catraeiros. O cais só surgiu em 1890. A Igreja data de 1864. A construção da ponte sobre o Tejo (1966) marcou o seu declinio. Um nome anda associado a estava povoação: ão: o "criador" de um petisco leva o seu nome - " ameijoas à Bolhão Pato", uma placa numa casa assinala este facto.

- Forte de S. Sebastião da Caparica. Foi mandado erguer por D. João I, no final do século XIV, para fazer parte do sistema defensivo de Lisboa. É a mais antiga fortaleza maritima de Portugal. É a zona mais estreita do Tejo junto a Lisboa. O forte foi sendo melhorado por sucessivas campanhas de obras, em especial em 1488 e 1570. Depois de 1815 foi integrado no Lazareto, quando a sua função militar se tornara irrelevante.

- Lazeto de Lisboa. Construido em 1869, para acomodar a quarentena dos passageiros de barcos que se dirigiam a Lisboa, no caso de haver suspeitas de contaminados a bordo. No local existe um antigo cemitério dos que aqui faleceram. O Lazareto foi doado no século XX à Casa Pia de Lisboa para aí instalar um asilo para meninas, recebendo o nome de Asilo 28 de Maio. Uma derrocada acabou por vitimar duas crianças, uma das quais filha dos célebre anarquista José da Silva Gordinho (1899-1948). Devido ao risco de novas derrocadas o asilo acabou por ser encerrado. Foi utilizado como alojamento de habitantes locais, e depois de 1974 de pessoas oriundas de África. Foi vendido a investidores chineses.

- Forte da Trafaria. Foi na Trafaria que em 1565, o cardeal D. Henrique mandou construir o primeiro edificio para para quarentena e controlo das mercadorias que chegavam de barco a Lisboa. O edificio foi adquirindo funções militares surgindo desta modo o forte e presídio da Trafaria, cujas actuais instalações datam do século XIX. Nas suas encostas, com soberbas vistas panorâmicas foram erguidos os fortes da Raposeira e de Alpena.

Feitas estas breves referências históricas, é tempo que dizer que na Praia do Segundo Torrãou houve tempo para tudo: um Pic Nic e um animado convívio, incluindo um retemperador banho no Tejo. A manobra de retirar os barcos da água revelou-se mais fácil do que a dos voltar a colocar na água. O primeiro barco foi colocado paralelo às ondas, uma operação dificil dada a ondulação. Por sugestão do Georges, os restantes barcos passaram a ser colocados perpendiculares à linha de água, o que facilitou bastante a operação. Detalhes que estes passeios, fora dos treinos habituais, permitem conhecer.

Ricardo dá as últimas instruções do percurso a seguir antes do embarque.

Os primeiros a atravessarem o rio Tejo.

Um experiente timoneiro e remador

O último barco a ser retirado da água para o areal

Momentos de descontração durante o Pic Nic

O que sobrou do Pic Nic voltou à lancha

A complexa operação de embarque com o barco paralelo à linha de água

A indispensável foto de grupo na Praia do Segundo Torrão (Cova do Vapor)

Passeios em Barcos Baleeiros - Açores

A ANL em colaboração com o Clube Nautico das Lages do Pico tem proporcionado aos seus membros memoráveis remadas nos históricos botes baleeiros dos Açores. É uma experiência única no mundo. Mais

Passeios Internacionais

Descanso dos Remadores. Participantes da ANL na regata Vogalonga, em Veneza, a 28 de Maio de 2023

Não é apenas o remo de competição cujos atletas participam com regularidade em provas internacionais. Pelo que tenho observado, não apenas na ANL, os que praticam remo de lazer são provavelmente os que mais viajam pelo mundo. Alguns destes passeios/regatas são hoje grandes eventos turisticos internacionais, como a Vogalonga (Veneza), travessia de Paris ( la traversée de Paris et des Hauts-de-Seine en aviron) ou a traversia de Lyon (Traversée de Lyon en Aviron), para só citar estes exemplos, permitem experiências únicas e potenciam amizades com remadores de todo o mundo.

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