Universidades - Ciência em Alvalade Espaços Públicos no Campus Universitário
Limpeza e Iluminação, precisa-se

A falta de iluminação e limpeza das ruas tem o condão de atrair marginais. A Cidade Universitária tem inúmeros exemplos que o demonstram. Na Rua Profº. António Flores, onde está ser construído um complexo de residências universátárias, ao longo de décadas como documentamos sucediam-se no local roubos e assaltos de estudantes. Durante anos apelamos para o reforço da iluminação e a limpeza da zona, muito pouco foi feito. Dentro em breve, milhares de estudantes que a frequentam irá subiri exponencialmente sem que o reforço da luminação e a melhoria da limpeza tenham sido acauteladas. A situação piorou entretanto na Rua Profª. Teresa Ambrósio (Fotos: 9/03/2026), paralela à anterior, o lixo tomou conta o espaço público, sem que as duas faculdades locais (Farmácia e Medicina Dentária) revelem qualquer preocupação com a situação. É dificil compreender tanta incompetência e irresponsabilidade.


A Universidade de Lisboa pela dimensão do seu
"Campus", número de alunos e produção científica, é referida por todos a "Universidade". É voz corrente que metade da área da freguesia de
Alvalade pertence à UL (Possui cerca de 4% de toda a área do Concelho de
Lisboa). Exagero ou não, a verdade é que a UL possui na freguesia
um vasto património pouco conhecido, mas que está longe de ser cuidado. Mais Plano de Urbanização da Cidade
Universitária de Lisboa
O que fazer (ou desfazer) em 126 ha ? A CML
durante anos criticou a Universidade de Lisboa por andar a construir na Cidade
Universitária à revelia de qualquer planeamento. A CML colocou à discussão
pública (21/11 a 13/12/2016) o plano de pormenor da sua urbanização ! Depois desta discussão muito se construiu, sem que se vislumbre todavia um plano global. Fica todavia aqui registada esta intenção. Mais Alameda da Universidade
Durante décadas a preservação da zona norte da Alameda da Universidade de Lisboa tem sido um pesadelo. Em dias de futebol ou mesmo sem jogos, são constantes as tentativas de ocupação selvagem do espaço relvado, destruição de candeeiros ou sistemas de rega. A "solução" tem sido colocar obstáculos (pedras) para impedir o estacionamento de automóveis.Um processo com avanços e recuos ao longos dos anos. Quando mesno se espara, os clientes do Horto do Campo Grande e os arrumadores de ocasião em dias de futebol rapidamente removem os blocos de cimento, perante a total indiferença da divisão de transito da PSP ou a Policia Municipal. O caos instala-se na Alameda da Universidade. Um desses avanços memoráveis, ocorreu em Abril de 2018, quando a CML colocou novos blocos de pedra para tentar conter a destruição. O Horto também aumentou e delimitou a área de estacionamento. A situação melhorou, mas os resultados são incertos , como o histórico local ilustra. Mais
Sinalética na Universidade de Lisboa

Durante anos habituamo-nos a ver pessoas perdidas no Campus da Universidade de Lisboa (UL). Não havia a mais pequena indicação da localização das suas diferentes instituições. Foi preciso esperar pelo fim do ano lectivo de 2016/17 para que fossem colocados placards informativos. Esperamos que a UL não se fique por aqui, e comece a dar ao Campus a dignidade que o mesmo carece. Parques de Estacionamento da Cidade Universitária

Antigo parque de estacionamento onde está a ser construido o complexo de residências universitárias
A questão da segurança em todo o campus universitário é uma tema recorrente. A situação não raro descamba e ocorrem assaltos violentos e até mortes. Fica aqui registado, a título de exemplo, um dos inquéritos aos estudantes do campus.
90% das estudantes da cidade universitária sentem-se inseguras nos vários parques de estacionamento aqui existentes. Cerca de 93,27% afirmam já terem sido importunadas sexualmente. Estas são algumas das conclusões de um inquérito "Violência na Academia de Lisboa. Prevalência e Percepção dos alunos " realizado pela Federação Académica de Lisboa entre 2018-2019.
Os números revelam uma realidade até agora ignorada: 14% das inquiridas confessam já terem sido coagidas a praticar atos sexuais; 12,2% mais do que uma vez; 61,4% foram vítimas de assédio sexual em situiações de exibicionismo, contactos telefónicos, com imagens de cariz sexual ,etc.
Quem são os agressores ? A esmagadora maioria são pessoas que lhes são próximas. Conhecidos - 32,58%; Colegas - 23,29%; pessoal não docente nas instituições - 16,74%; docentes - 2,18%; amigos - 11,44%; parceiros intímos - 13%
A maioria nunca referiu a outros estas agressões sexuais (89%). Entre as que as reportam: 39,53% fizeram-no na polícia e 35% a amigos e familiares. 
Associação Académica da Universidade de Lisboa
No âmbito dos VI Estados Gerais realizou-se no dia 21 de Março de 2021, foi organizado um painel sobre "Segurança Universitária" em que participaram José Borges (Junta de Freguesia de Alvalade), Antonio Proa (Assembleia Municipal), José Cunha (18ª. Esquadra-Campo Grande) e Mariana Lopes (AADL). As ideias avançadas não se afastaram das que são consensuais e que ao longo de quase duas décadas temos escrito no Jornal da Praceta. Mais
 A Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa está a concretizar uma ambicioso programa de sustentabilidade.
UL: Mini-Floresta na Cidade Universitária

A Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa vai criar uma mini-floresta densa e multifuncional com mais de 600 plantas, dois hotéis para insectos, um refúgio para anfíbios e sensores para monotorização dos solos. É uma iniciativa no ambito de um projecto europeu (1 Planet4ll) destinada a estudar processos de reflorestação em países afectados por alterações climáticas ( consultar: Laboratório Vivo-Sustentabilidade. Projecto: Fcul Resta). Foto:10/03/2021
Universidade de Lisboa (UL)
Residências Universitárias
A Universidade de Lisboa em 2020 lançou um ambicioso programa de construção de residências universitárias na Cidade Universitária. O primeiro edifício que entrou em obras foi a Cantina 2 na Avenida das Forças Armadas. Arracaram ainda em 2020, para o transformar numa residência, mas pararam pouco depois. Uma outra residência teve mais sucesso, e como noticiamos, foi concluida e inaugurado no dia 24 de Novembro de 2023. No último Conselho de Ministros de António Costa foi decidido concluir a obra da Cantina 2, estando a mesma prevista agora para o primeiro semestre de 2026. No total são mais 200 camas, e um investimento de cerca de 6 milhões de euros. Mais
Novos Edifícios
Prossegue uma vasta campanha de obras da responsabilidade da Universidade de Lisboa, mas também do ISCTE na expansão da "Cidade Universitária". Mais
Novo Edifício da Faculdade de Letras da UL

Abertura do Ano Académico
A cerimónia tradicional da abertura dos ano académico é sempre um motivo de festa dentro e fora da Reitoria. Alguns dicursos não apenas fazem o balanço do que foi feito, mas sobretudo enunciam novos horizontes para a Ul, como temo registado. Mais
Universidade de Lisboa 2013- 2021

No dia 26 de Julho de 2022, no Museu Nacional de História Natural, numa bonita cerimónia comemorou-se os últimos dez anos da Universidade de Lisboa (UL). A integração de vários e importantes estabelecimentos de ensino e investigação em 2013 transformam a UL na maior universidade do país. Nesta cerimónia foi lançado o livro "Universidade 2013 -2021", onde foram apresentados um vasto conjunto de indicadores que nos permitem avaliar, neste periodo, a sua dimensão e os resultados, altamente positivos do trabalho realizado. Leia a nossa síntese. Mais
Chalet da Quinta da Torrinha (Castelinho) ao Abandono

Está ao abandono o edifício onde funcionou desde 1920 a Faculdade de Farmácia. Datado de 1892, com notáveis elementos de Arte Nova e belos estuques, os seus azulejos já começaram a ser saqueados. As janelas em breve serão completamente esventradas acelerando a ruina do próprio edificio. Temos elogiado a obra que está a ser realizada na Universidade de Lisboa, nomeadamente a ampliação do edificio desta faculdade no campus universitário. Nada disso nos impede de afirmar que este abandono, representa um gravissimo atentado contra o património da UL, mas também de Lisboa. É urgente tomar medidas para a sua salvaguarda. Foto: 3/03/2023
Reconhecimento Internacional
UL: Universidade de Lisboa abre faculdade na Universidade de Shangai
A UL acaba de dar mais um passo na afirmação internacional da qualidade do seu ensino. No início de Maio de 2022 o governo chinês autorizou a criação de uma Faculdade da UL na Universidade de Shangai. A Faculdade começará já em Setembro de 2022 a oferecer licenciaturas em engenharia civil, engenharia eletrotécnica e engenharia do ambiente. Em Setembro de 2023 terão início três cursos de mestrado nas mesmas áreas. Nesta primeira fase, a Faculdade contará com 900 estudantes, sendo o corpo docente constituído por 1/3 de professores da ULisboa, 1/3 de professores da Universidade de Shangai e 1/3 de professores a recrutar internacionalmente. O ciclo de estudos inclui uma parte da frequência em Lisboa, e é lecionado em inglês, tendo como segunda língua o português, cujo ensino consta do curriculum dos cursos. Mais
UL: Comunicado da Reitoria da Universidade de Lisboa
“A Faculdade de Ciências, após contacto das autoridades, colaborou estreitamente no contexto da investigação em curso que levou ao desenlace hoje conhecido, com o qual nos congratulamos. O assunto está agora nas mãos das entidades competentes. O trabalho desenvolvido pelas autoridades permitiu sempre que a segurança da comunidade de Ciências estivesse salvaguardada, não tendo havido, nem havendo, indícios que aconselhem a alterar o normal funcionamento da Escola”. Gabinete de Apoio ao Reitor, 11/02/2022. Nota da redacção: o Jornal da Praceta recusou-se a "alinhar", desde a primeira hora, na histeria mediática sobre os hipotéticos planos concebidos na mente de um jovem estudante da faculdade de ciência. Razão pela qual se limitou a publicar esta nota informativa do reitor da UL.

Faculdade de Letras da UL. Fundada em 1911
UL: Faculdade de Medicina Dentária. Conheça um pouco da sua brilhante história. Mais
UL: IMM - Instituto de
Medicina Molecular, da Faculdade de Medicina, da UL. Fundado em 2001 é um caso de sucesso a nível mundial.Mais UL - Faculdade de Ciências. Mapa do Campus da faculdade de Ciências
UL - Faculdades e Institutos . Um roteiro pela maior universidade de Portugal
UL: Astrofisica . FC da UL, ESA e ESO
Três siglas de organizações científicas que estão a descobrir literalmente novos mundos. A primeira corresponde à Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa que integra o Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA). Este instituto de âmbito nacional participa desde 2000 na Agência Espacial Europeia (ESA) e no Observatório Europeu do Sul (ESO), a maior organização intergovernamental em astronomia na Europa e o observatório mais produtivo no mundo, no Chile. Mais

Pouco de História
A Universidade de Lisboa foi fundada, em 1288, andou depois entre Lisboa e Coimbra, até ficar por lá em 1537.
A partir do final do século XVIII, os estudos superiores foram restabelecidos na capital, através de Cursos, Escolas e Institutos. A Universidade de Lisboa, denominada de Clássica, foi refundada em 1911, mas ocupava na maior parte precárias instalações.
Nos anos 30 do século XX, começou a ser projectada uma cidade universitária para a zona do Campo Grande. Os primeiros edifícios a serem inaugurados foram o Hospital de Santa Maria/Faculdade de Medicina (1953), seguindo-se a Faculdade de Direito (1955), Estádio Universitário (1956), Faculdade de Letras (1957), Cantina Universitária (1958-62), Reitoria (1961), muitos outros surgiram depois, como a Biblioteca Nacional de Portugal (1965), e mais tarde a Faculdade de Ciências (1985), a Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação (1990), os Arquivos Nacionais/Torre do Tombo (1991), e outros importantes equipamentos de ensino e investigação. Mais
Imagens da Universidade de Lisboa
ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa

O ISCTE ((Instituto Superior de Ciências do Trabalho e de Empresas) foi fundado em 1972. Em 1990 adquiriu o estatuto de escola universitária não integrada. A partir de 2009 passou a denominar-se ISCTE- Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL). A longo deste processo não tem parado de aumentar as suas instalações na freguesia de Alvalade: Edificio I (1978), Cave Ala Sul (1994), Pavilhão Esplanada (1994), Ala Autónoma (1995) , Indeg (1995), etc.
Com um vasto leque de cursos superiores (licenciaturas, mestrados e doutoramentos é frequentado por cerca de 9 mil alunos (2017).

No dia 20 de Novembro de 2023, às 9h30 foi inaugurado um novo edificio do ISCTE: o Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia e Conhecimento para a Sociedade, Organizações, Empresas e Administração Pública. É um marco na história do ISCTE, mas também para o desenvolvimento do país. Como podemos constatar, apesar de continuarem os arranjos exteriores, o Centro está em plena actividade. Foto: 13/11/2023 .Mais

ISCTE- IUL: Espaços Envolventes. A Universidade de Lisboa e o ISCTE tem feito importantes obras de melhoria do
espaço envolvente.

Universidade Lusófona

Entrada de Universidade Lusófona
ULHT- Lusófona: Expansão
A Universidade Lusófona de Humanidades e
Tecnologias surgiu sob a forma de uma cooperativa em 1986 (Cofac- Coop. de
Formação e Animação Cultural, crl), que deu origem em 1989 ao Ismag. Por sua
vez, em 1998 deu lugar à actual universidade, que no ano seguinte já contava com
mil alunos.
No Campo Grande veio ocupar o espaço de um antigo Quartel Militar.O seu crescimento foi muito rápido o que se reflectiu numa organização do seu espaço interno. A maioria dos edificios deixam muito a desejar em termos estéticos. Ocupa presentemente uma área de 35.450 m2, com 21 edficios, um polidesportivo e 5 parques de estacionamento (2021). Em 2014 a Lusófona só no Campo Grande já contava com 10 mil alunos que
frequentavam 4 licenciaturas, 3 mestrados integrados, 49 mestrados, 9
doutoramentos e 22 CET`s. Em 2020 tinha 11.989 estudantes, sendo 3.706 estrangeiros (2.810 lusófonos) contando com 875 docentes. É a maior universidade privada de Portugal.
A Lusófona tem hoje ramificações em Angola,
Brasil, Moçambique, Cabo Verde e Guiné abrangendo um total de 25 mil alunos
(2015). Mais

Universidade Católica Portuguesa
Embora não esteja na área da Freguesia de Alvalade está nos seus limites, junto á Cidade Universitária. O campus Palma de Cima, onde está instalada a UCP, ocupa uma área de 37 mil m2. O primeiro edificio surgiu em 1969, sendo-lhe acrescentado uma nova ala em 1974 (?). A Biblioteca foi inaugurada em 1987. O último edificio data de 1993. Mais
Residência "Colégio Universitário dos
Alamos"

A Opus Dei reforça a sua presença no Campo Grande,
com abertura de uma residência universitária na Alameda da
Universidade, muito maior do que aquela que a organização, fundada pelo espanhol José
Escrivá, já possui no Lumiar (Colégio Montes Claros). O poder da Opus Dei cresceu
em Portugal de forma desmesurada depois de ter recebido uma enorme fortuna doada
por Maria Antónia Barreiro.
Associações, Tascas, Praxes, Trajes, Tunas e Festas Académicas
Na Cidade Universitária e o Campo Grande em particular as praxes deixaram de ter um período, prolongam-se durante todo o ano, e não falta imaginação par novos e antigos rituais, celebrações e festas. Mais

A caminho das praxes no Jardim do Campo Grande. Foto: Av. do Brasil, 18/02/2020
Cortejo Académico

Após uma interrupção de dois anos devido à pandemia, o cortejo académico que no dia 17 de maio de 2022 percorreu ruas de Alvalade não deixou ninguém indiferente. Milhares de estudantes vestidos a rigor contagiarem com boa disposição quem os viu a desfilar. Foi o último evento da Queima das Fitas. Mais

À Espera dos Caloiros. Foto: 14/09/2021
Bibliotecas, Arquivos Nacionais, Centros de Investigação Científica e Tecnológica
Na Freguesia de Alvalade estão instalados um vasto conjunto de equipamentos culturais e científicos próprios de uma cidade universitária.
Biblioteca Nacional de Portugal

Laboratório Nacional de Engenharia Civil

Arquivos Nacionais / Torre do Tombo

A Torre do Tombo tornou-se nas últimas décadas no exemplo de como em Portugal se degradam e deixam degradar edifícios públicos. Os seus responsáveis revelam uma completa indiferença por coisas básicas, como a limpeza exterior do edificio e sua envolvente. Mais |