Jornal da Praceta

Informação sobre a freguesia de Alvalade

(Alvalade, Campo Grande e São João de Brito )

 

Poluição

Contaminação dos Solos em Alvalade

Bomba de Gasolina. Rua Frei Miguel Contreiras. Foto:4/02/2020

A Assembleia Municipal de Lisboa, onde habitualmente nada de relevante se passa, no dia 4 de Fevereiro de 2020 reconheceu que Lisboa não tinha um mapa dos solos contaminados ou potencialmente contaminados. Este conhecimento só é obtido quando as obras avançam e é que se descobre que os solos estão contaminados. Os trabalhadores envolvidos são deste modo expostos a graves riscos, nomeadamente cancerígenos.

Este conhecimento prévia é possivel e na maioria dos casos é simples de obter. Locais onde existem ou existiram estações de combustíveis são espaços potenciamente contaminados. A contaminação não se confina à área que ocupavam, propaga-se pelos lençóis friáticos e aquiferos existentes no solo. As consequências são gravissimas para a saúde pública, riscos que são descuradas pelas autarquias aquando do licenciamento das obras. Em Alvalade o panorama é duplamente precupante. Continuam a proliferar na malha urbana "bombas de gasolina". Algumas já foram fechadas mas os locais onde existiam não estão identificados. Quatro destas bombas estão coladas a habitações, o que constitui só por si um grave problema de segurança que não está devidamente acautelado.

Bomba de Gasolina. Praça Gonçalo Trancoso. Foto:4/02/2020

Bombas de Gasolina junto a Habitações

Bomba de Gasolina. Av. da Igreja

 

Bomba de gasolina. Av. Rio de Janeiro

A freguesia de Alvalade é em Lisboa aquela onde se concentra o maior número de bombas de gasolina junto a habitações. Uma situação perigosa para o moradores e que tem suscitado ao longo dos anos contínuos protestos.

Lixeiras das Murtas

Foto:7/02/2020

Toda a zona da Rua das Murtas, traseiras da Universidade Lusófona e do Colégio de S. Vicente de Paulo continua transformada numa imensa lixeira. O projecto de ligação do Campo Grande-Calvanas à Alta de Lisboa foi metido na gaveta. Mais

Barracões Abandonados e Cheiros Pestilentos

Quem se dirige à Piscina do Complexo Desportivo Universitário de Lisboa depara-se do lado esquerdo com um cenário de barracões em ruinas do Hipódromo do Campo Grande. A conhecida guerra entre a Universidade e o Hipódromo tem destas consequências...

Virado para a Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade, o Hipódromo não arranjou melhor sítio para construir barracas, amontoar lixo e estrume de cavalos. Quem trabalha perto do local afirma que o cheiro em certas alturas é pestilento. Foto: Nov. 2019

Aumento Exponencial da Poluição em Alvalade

O aumento do trafego aéreo no Aeroporto de Lisboa tem graves consequências para a freguesia de Alvalade: o aumento da poluição sonora e atmosférica, mas também um maior risco. Não espantou nenhum morador da zona do Campo Grande, quando a organização ambientalista Zero constatou, em Julho de 2019, que durante a noite o ruído dos aviões ultrapassava os valores permitidos por lei. Durante o dia a situação também é gravissima, pondo em risco a saúde pública. Mais

Lixeiras em Alvalade

Os Heróis de Alvalade

Faça sol ou chuva alguém tem que limpar as ruas, desobstruir as sarjetas... Quem o faz ? (foto:21/12/2019)

Vila Afifense

Conhece as ruinas da antiga Vila Afifense nas traseiras da Rua Dr. Gama Barros, junto à Avenida de Roma? Sabe que ainda aqui vivem pessoas no meio de lixo e barracas? Sabia que no local existe um posto de limpeza da CML/Junta de Freguesia ? Mais

Lixeiras & Lixeiras

Apesar das melhorias sentidas na limpeza de muitas ruas com a passagem da sua competência para as juntas de freguesia, a verdade é que nas zonas de menor visibilidade o que abunda é lixo, escombros de obras e barracas. Os exemplos são muitos.

  Traseiras da Escola Básica de Santo António (antiga Escola Primária 33).Setembro de 2015

 

Parece um cenário parece de guerra, mas não é. Aqui habitam pessoas  e até existem pequenas oficinas. Lixo, escombros, construções abarracadas, pombais, etc. A situação era assim em 2015, passados quatro anos nada mudou, muito pelo contrário, está pior.

"Jardim" junto à Escola Básica Almirante Gago Coutinho (Setembro de 2015)

 

A escola estava, em 2015, literalmente rodeada de lixo e ruinas. As esculturas de Stela Albuquerque estavam e estão mutiladas. O ambiente era convidativo à frequência de marginais.

Entretanto a EMEL regularizou o estacionamento (2018) pondo fim à situação caótica que até aí se vivia. Foto: 18/11/2019

A Junta de Freguesia "requalificou" os espaços verdes e o campo de jogos anexo à escola. A situação está bem melhor. Foto: 18/11/2019

"Bairro S. João de Brito" (Setembro de 2015)

Entre a Segunda Circular e a Avenida do Brasil situa-se a maior lixeira da Freguesia de Alvalade. A CML e a Junta de Freguesia desistiram da sua limpeza. Algumas ruas, como a Rua das Mimosas os moradores reclamam por limpeza, mas estás-lhes vedado semelhante "privilégio".A situação era assim em 2015, quatro anos depois quase nada mudou. As promessas essas são muitas.

Antologia do Lixo de Lisboa

(Nota Cultural)

As lixeiras e a falta de higiene em Lisboa eram mundialmente conhecidas.  Desde o século XVI que muitos estrangeiros que nos visitaram ficaram impressionados com a porcaria nas ruas da cidade. Mais

ECO Ponto - Contentores

Um perigo para a saúde pública?

Apesar da alteração do sistema de recolha de lixo nos bairros de Lisboa , a acumulação de lixeiras junto aos contentores prossegue.

O lisboeta está longe de primar pelo asseio na via pública, mas os serviços encarregues da recolha do lixo não ajudam nada a melhorar estes hábitos ancestrais. Mais  

Responsabilidade Ecológica

Todos temos responsabilidades sobre o estado em que se encontra o planeta. Não raro somos assaltados pela pergunta: como foi possível chegar a esta situação ?A resposta, talvez, esteja na forma como encaramos a natureza, o que nos remete para os paradigmas.Modos globais de pensar que determinam a forma como agimos. Mais

 

 

Recolha Selectiva de Lixo

O novo sistema, iniciado em Abril de 2011 na actual Freguesia de Alvalade, mostrou que é mais adequado que o anterior para efectuar uma recolha selectiva do lixo.

Apesar disso muito são os que continuam a colocar sacos do lixo nas ruas em vez de nos contentores. Muitos dos que o fazem todavia também não respeitam as horas, nem os dias indicados para o fazer. O lixo orgânico, por exemplo, é frequentemente deitado nos contentores destinados à recolha de papel...

Recolha a Pedido

Para a recolha de objectos volumosos, tais como móveis, máquinas de lavar, frigoríficos, aparelhos eléctricos, resíduos de jardins e de construções, vidros, vidraças, etc. , pode solicitar a sua remoção gratuita pela CML:

O pedido pode ser feito:

  • No portal: Na Minha Rua"
  • Por telefone, através do 808 203 232 (das 08h00 às 20h00, de 2ª feira a sábado)
  • Presencialmente, nos Balcões de Atendimento.

Após formalização do pedido, deverá aguardar posterior contacto dos serviços para agendamento da recolha

 
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Tenha Vergonha. Não Suje as Ruas*

 

 

 

 

Com um aumento substancial da população canina nestes últimos anos na cidade, crescem também os dejectos espalhados pelas ruas fora.

São raros os donos que recolhem os dejectos dos seus animais e observamos diversos
comportamentos absolutamente
fantásticos:

1. Existe o dono que leva o seu cão a defecar longe da porta da sua habitação para fazê-lo na porta
dos outros.

2. Temos o dono que não se incomoda e que por ele o defecar na sua porta ou na dos outros é indiferente.

3.Temos o dono que deixa o cão ir passear sozinho, assim não assume qualquer responsabilidade.

4.Utilizar a relva onde as crianças costumam brincar também faz parte.

Estes comportamentos são os mais caricatos e demonstram que não há
respeito, não há o mínimo de civismo já para não falar em higiene.


Existem ruas em Lisboa que são autenticas casas de banho caninas,
o cheiro é imundo e temos que nos desviar constantemente do que está no chão.

Como os cães não têm culpa, porque de facto não passam de cães é caso
para dizer aos donos:
Não defeque na rua se faz favor

Rui Azenha

 

 

 

Pombos

O aumento da população de pombos, devido ao excesso de alimentos, tornou-se num grave problema na cidade de Lisboa.

Abundam fezes nos passeios

Restos de ninhos, excrementos e animais mortos entopem as sarjetas e algerozes, destroem monumentos.

O contacto com as suas fezes, parasitas e penas pode provocar problemas alérgicos e  respiratórios, para além de transmitirem doenças como a Salmonelose, a Criptococose, a Ornitose, especialmente aos grupos mais vulneráveis da população (crianças, idosos e imunodeprimidos).

O que fazer?

Não alimente os pombos !

Limpe e desinfecte com regularidade as caleiras e locais onde se abrigam e defecam.

 

Grandes Lixeiras e Pequenas Lixeiras 

Uma reportagem fotográfica que envergonha qualquer munícipe, menos os dirigentes da CML e Juntas de Freguesia.