Jornal da Praceta


Informação sobre a freguesia de Alvalade

(Alvalade, Campo Grande e São João de Brito )

Poluição

 

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Lixeiras de Lisboa, quem não as tem à porta?

Não Importa o Lugar, Há Lixeiras por Todo o Lado.

 
 

As lixeiras em Lisboa surge por todo o lado, mesmo onde menos de espera, como é , caso desta nas traseiras da Igreja e paróquia do Campo Grande, junto a uma estação de lavagem de automóveis e a um supermercado (Superbrasil), que entretanto fechou (Maio de 2014).

 
 

 

Esta lixeira surgiu em plena Avenida do Brasil, junto ao jardim do Campo Grande (Maio de 2014)

 
 
 

Antologia das Lixeiras de Lisboa

(Nota Cultural)

 

A qualidade dos ratos portugueses  

  Quando os cães estavam ao serviço da CML

Lá vai...

As históricas lixeiras do Campo Grande

D.Pedro II é chamado a intervir

 
 

 

Ficha técnica sobre ratos 

 

 Prémio Rattus Norvegicus

( um projecto a relançar)

 

Estudo Sociológico Inédito em Portugal

O que leva um habitante de Lisboa emporcalhar alegremente as ruas da cidade? a destruir com enorme naturalidade os espaços públicos? Jornal da Praceta convenceu um experiente investigador português a abordar o assunto, impondo todavia duas condições: 1º. o  estudo incidiria sobre uma área específica do Campo Grande; 2º. Os apontamentos e observações de campo, e no final as conclusões seriam publicados neste local. Não foi fácil o acordo, mas o entendimento foi possível.

Trata-se de um estudo realizado segundo uma metodologia científica definida como "observação participante", isto é, o investigador integra-se numa dada comunidade, participa na sua vida quotidiana de modo a ser assumido como um dos seus membros. Desta forma o investigador está mais apto a poder descrever e compreender comportamentos que em muitos aspectos seriam  tomados como aberrantes para um observador mais distanciado. A identidade deste investigador será mantida no mais absoluto segredo.

Entrevista 1 - Lixeiras

Entrevista 2 - Cães, Gatos e outros animais

Entrevista 3 - Varandas Lisboetas

 

 
 

Arquivo

Parece mentira, mas não é !

Andar de habitação transformado em pombal na Rua Afonso Lopes Vieira

Quem passa nesta rua vindo da Avenida do Brasil,  não pode deixar de reparar num prédio cujas varandas estão tapadas com plásticos e outros materiais. Dir-se-ia que os moradores têm horror à luz do dia, mas a razão é outra. Aquilo que os moradores procuram evitar por todos os meios é a entrada de pombos nas suas habitações. 

Na verdade, no nº54-2º.Dtº., um inquilino com a conivência do proprietário do edifício resolveu transformar o andar num pombal.  A entrada das aves nesta habitação faz-se tanto pela fachada como pelas traseiras, através de portas abertas e de janelas com vidros partidos. A abundância de pombos nesta zona da cidade, alimentados por muitos moradores,  está a transformar o local num verdadeiro foco de doenças. 

Os moradores preocupados com o problema ,que afecta a sua própria saúde, alertaram as entidades oficiais, mas estas até ao momento nada fizeram. O próprio Jornal da Praceta desde 2001 tem igualmente divulgado e pressionado tudo o que é serviços públicos para agirem, mas sempre com resultados nulos.

Acontece que quer a CML, quer os serviços centrais do Estado, especializaram-se na publicação de folhetos informativos sobre a necessidade de se combater a praga dos pombos, mas quando é preciso agir e isso implica sair dos gabinetes, dirigentes e funcionários públicos, remetem-se ao mais profundo silêncio. Não estão lá para servirem a comunidade que lhes paga. Agosto de 2007. A questão só foi resolvida vários anos depois desta noticia por morte natural....

 
 

Lembra-se ?

Desde que Santana Lopes foi eleito presidente da CML, em 2001, que os lisboetas se interrogam sobre o significado do símbolo que foi escolhido para a cidade. Como é sabido desde pelo menos o século XVI que no símbolo da cidade esteve sempre representada a Nau que trouxe o corpo de S. Vicente para Lisboa acompanhada por dois  corvos. 

Todos sabemos que Santana não prima pelo seus conhecimento históricos, musicais, literários e muitíssimos outros. Por isso todas as confusões são admissíveis.  Mas o que quererá significar o símbolo que escolheu para Lisboa?. Consultamos o seu batalhão de assessores e directores, e descobrimos que afinal a resposta era simples, mas significativa:

Trata-se de uma abreviatura de LX . O que facilmente se associa a LIXO, com mais dificuldade a LIXOBoa. Em todo caso a imagem que fica é de Lixo-Lisboa ou Lisboa-Lixo. 

Quererá isto dizer que vamos finalmente ter uma  higiene urbana em condições ? ou apenas o reconhecimento de uma tradição secular?  

 
 

 

... Uma Antiga Tradição !

 

Antiga Freguesia do Campo Grande

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Ainda há pouco tempo as Lixeiras eram tantas no Campo Grande que uma vereadora da CML  constatava que a situação já estava a pôr em risco a saúde pública. A situação melhorou, mas pouco. Percorrendo esta freguesia salta de imediato à vista o seu estado de abandono. A CML não limpa o que devia de limpar. A Junta não actua como devia de actuar. 

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Mesmo em frente da Faculdade de Ciências de Lisboa

 

Edifício da Junta de Freguesia e Museu da Cidade de Lisboa rodeados de lixo: Encontra-se neste lixeira de quase tudo desde  barracas, entulho, latas e pneus velhos, a material altamente combustível. Para o munícipe é um exemplo a seguir, para o turista que nos visita, uma  das imagens mais degradantes de Lisboa que a CML prometeu acabar.  Nota: Em Março de 2003, após dois anos de campanha do Jornal da Praceta, a Junta de Freguesia do Campo Grande resolveu finalmente limpar o local.

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Em 2001 foi feita uma limpeza geral na Freguesia do Campo Grande. As lixeiras eram tantas que a CML, pressionada pelo Jornal da Praceta resolveu fazer uma limpeza. Os resultados ficaram todavia aquém dos esperados. Mais

 
 

 

Antiga Freguesia de S. João de Brito

 

"Bairro de S. João de Brito". É impressionante o estado de degradação desta zona da cidade. Lixeiras por todo o lado, restos de barracas, casas em ruína, fossas a céu aberto, tráfico de droga, etc. O panorama é deprimente numa capital europeia. Reportagem  

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Avenida Almirante Gago Coutinho. A enorme quantidade de lixo espalhado junto ao passeio desta avenida, perto do cruzamento com a Rua Rodrigo da Cunha tem provocado um coro de protestos dos moradores e transeuntes habituais. O Jornal da Região-Lisboa Norte (3/9/2001) dá conta da transformação da  zona envolvente do jardim virado para o Largo Francisco Franco num depósito de lixo doméstico. À falta de civismo junta-se, neste caso, a incúria dos serviços camarários e o resultado é um ambiente degradado.

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Talude situado na continuação da Rua Conde Arnoso. Junto a um infantário, nas traseiras da Escola Secundária de Padre António Vieira e da sede da Junta de Freguesia de S. João de Brito, este talude ameaça desprender-se a qualquer momento, subterrando tudo o que encontrar pela frente. Há mais de dez anos que a CML vem sendo alertada para a situação, mas não actua como lhe compete. O local é uma autêntica lixeira, e segundo os moradores, ponto de encontro de marginais e toxicodependentes (Jornal da Região-Lisboa Norte 15/10/2001).

 
     
   
   





 

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