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Quem se lembra da antiga "Confeitaria da Ajuda" ?
Ficava na Rua João Saraiva, número 22. Fabricava marmelada, amendoas, frutas cobertas e critalizadas.

Centro Escolar Republicano Alferes Malheiro (C.E.R.A.M.)

Alvalade ficou mais
pobre. O C.E.R.A.M. fechou as portas. Fundado no Campo Grande, em Dezembro de
1908, teve a sua primeira sede na Rua Oriental do Campo Grande, nº 111, e sempre
no Campo Grande, acabou os seus dias no nº.294, 1º.Esquerdo. Homenageava - Augusto Rodolfo da Costa Malheiro (1869-1924) - que liderou revolta
republicana no Porto do 31 de Janeiro de 1891, tendo-se exilado no
Brasil. A actual Avenida do Brasil começou por ser denominada Avenida Alferes
Malheiro, mas o nome do homenageado acabou remetido para uma rua no Pote d`Agua.
O C.E.R.A.M manteve
durante décadas uma escola primária, e em épocas muito recuadas chegou a prmover
conferências. Em 1987 foi agraciado com a Comenda da Ordem da Liberdade.
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Destaques

Cabrinhas, esculturas de Rocha Correia
Imagens da "Nova
Lisboa" em 1953
História
de Alvalade - Campo Grande
Bairro de Alvalade: O Plano e a Obra
Bairro
das Estacas
Breve
Cronologia
Inventário
Artístico
Arquitectos do
Bairro de Alvalade
Transportes
Os
Estádios do Campo Grande
Bibliografia
.
Toponímica:
Afonso
Lopes Vieira ;
José
Lins do Rego;
São
João de Brito.;
Padre
António Vieira e São João de Brito;

Em
1990 ainda pastavam rebanhos de ovelhas na Alameda da Cidade Universitária.
Documentário da RTP sobre o bairro do Campo
Grande, em Lisboa, realizado por Courinha Ramos.
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Av. dos EUA, 1960. Foto de Arnaldo Madureira.
Arquivo Municipal de Fotografia de Lisboa
Arnaldo
Madureira
fotógrafo de Lisboa e
historiador de Portugal Contemporâneo
A chamada "célula 5" do Bairro de
Alvalade, delimitada pela Av. da Igreja, a Rua Maria Amália Vaz de Carvalho, Av.
de Roma e Av. Rio de Janeiro foi construída em duas fases, a primeira em 1949-50
e a segunda entre 1950-54. Arnaldo Madureira (n.1940), com a sua família, foi um dos primeiros moradores nesta nova zona de Alvalade, fixando residência
em 1954 na Rua José Duro.
Fascinado com a mudança que em
Lisboa estava a ocorrer, a partir de 1959, arranja uma máquina fotográfica e
começa a fotografar a cidade de lés a lés, atividade que prossegue até 1970. O
seu valioso espólio fotográfico, com mais de 7 mil imagens, está hoje integrado no Arquivo Municipal de
Fotografia e permite-nos documentar muitas das transformações de Lisboa, não
apenas da sua arquitectura, mas também do seu quotidiano.
Formando em economia, entre
outras atividades, foi
professor na Academia Militar. Tem-se dedicado a história de Portugal
contemporâneo, em especial ao período entre finais do século XIX e os anos 40 do
século XX.
Da sua vasta obra como
historiador destacam-se os seguintes títulos: A Colonização Portuguesa em África
1890-1910; A Questão Religiosa na I República; O 28 de Maio: elementos para a
sua compreensão - na hora do corporativismo; O 28 de Maio: elementos para a sua
compreensão - na génese do Estado Novo; Antecedentes Imediatos do Salazarismo; A
Formação Histórica do Salazarismo (1928-1932); A Igreja Católica na Origem do
Estado Novo (2006) Salazar - A Instauração da Ordem.
Imagens da Freguesia de Alvalade

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Sabia que o
"campus" do LNEC é, desde o dia 24 de dezembro de 2012, considerado Monumento de
Interesse Público ?
Inaugurado em 1952, o Campus do LNEC, que se estende ao longo
de 22ha, desde a a Av. do Brasil até à 2ª Circular, é composto por um conjunto
de edifícios de grande interesse arquitectónico, construídos em diferentes
épocas, da autoria de nomes maiores da Arquitetura portuguesa, como Pardal
Monteiro, autor do Edifício Principal do LNEC, Januário Godinho, João Andersen,
entre outros.
Hospital
Júlio de Matos
Histórias
nunca contadas. Mais
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Henrique
Albino O
Bairro de Alvalade foi na 2ª metade do século XX um excepcional espaço de
construção de obras marcantes da arquitectura portuguesa. A actual degradação do
bairro e a alteração das fachadas tem descaracterizado muitos
excelente edifícios. Entre as obras que mais tem resistido a este processo destacam-se as do arquitecto Henrique Albino.
Mais
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.
Frederico de Freitas
Maestro e compositor que viveu na Av. dos EUA.
Mais
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O 1º. de Maio em
Alvalade
As comemorações do 1º.de Maio em Lisboa estão
intimamente ligadas a Alvalade. O célebre 1º. de Maio de 1974 foi no
Estádio 1º. de Maio, em Alvalade, que se desenrolaram os acontecimentos mais
marcantes. Em 2004, 2005 e 2006 o ponto alto foi na Alameda da Universidade.Mais | | | |
. Património
Artístico a Descobrir As
ignoradas obras do arquitecto Ruy Jervis Athouguia e do escultor
Soares Branco
no Bairro de Alvalade .
Mais.
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Escultura de Luisa Todi no Jardim do Campo
Grande
(desaparecida)
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Alvalade homenageou o arquitecto Nuno
Teotónio Pereira (1922-2016)
Figura cimeira do urbanismo e arquitectura portuguesa contemporânea, realizou
obras por todo o país, destacando-se em Lisboa, em colaboração com Bartolomeu C.
Cabral, João Braula Reis e Nuno Portas, O Bloco das Águas (1956), o edifício de
escritórios, conhecido por Franjinhas (1971) e a Igreja do Sagrado Coração de
Jesus (1975). Colaborou com colaborou
Miguel Jacobetty, nos projetos para o Bairro de Alvalade.
Foi também um cidadão empenhado na defesa da liberdade durante a
ditadura (1926-1974), tendo sido várias vezes preso. Residia em Alvalade na Praça
Gonçalo Trancoso, onde faleceu. No dia em que faria 95 anos (30/01/2017),
a CML e a JF de Alvalade inaugurou um mural em sua honra da autoria de João
Samina, artista urbano, junto ao Mercado Norte de Alvalade.

Antigos e Actuais Moradores da
Freguesia de Alvalade
Zona do Campo Grande:
Azeredo Perdigão, Aquilo
Ribeiro, Durão Barroso, Fausto Figueiredo, Frederico de Freitas, Lauro
António, João Lopes Soares, Mário Soares, João
Soares, Jorge de Brito, Lindley Cintra, Manuela Pinheiro, Vitorino de Almeida,
Vale e Azevedo, Paulo de Carvalho.
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Zona de Alvalade:
Alexandre
Cabral, Ana Maria Magalhães, Aquilino
Ribeiro (filho) Artur Agostinho, Carlos Pinhão, Carlos Rocha,
Costa Gomes,
Daciano Costa, Dórdio Guimarães, Fidelino Figueiredo, Fernando Lopes,
Frederico de Freitas,
Isabel Alçada, Isabel de Castro, João Sá
da Costa, José Gomes
Ferreira, José Cardoso Pires, Lídia Jorge, Marcelo Caetano, Maria
Luisa Guerra, Manuela Simões,
Nuno Teotónio Pereira, Raul Rego, Salgado Zenha, Rogério Fernandes, Santos e Castro,
Soares Branco, Virgílio Ferreira, Fernando Tordo. |
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Campo Grande
Fotografia do Jardim do
Campo Grande nos anos 60
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Opus
Dei Encerra Quebra Bilhas
Lisboa
continua de luto. Depois da destruição da casa de Almeida Garrett, chegou a vez
de fechar as portas um dos espaços mais simbólicos da cidade - o Antigo Retiro
Quebra Bilhas no Campo Grande. A lapidação do património tem prosseguido a
bom ritmo, em 2007, as portas de madeira datadas do século XVIII foram substituídas
por portas de alumínio. Ao que consta terão sido levadas para Espanha como
troféus da Obra.
Mais.
Arquivo
Histórico da antiga Junta de Freguesia de Alvalade (1959-2013)
(
restos de colecção )
Arquivo
Histórico da antiga Junta de Freguesia de São João de Brito (1959-2013)
(
restos de colecção )
Arquivo
Histórico da antiga Junta de Freguesia do Campo Grande (-2013)
( restos de colecção )
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Mário Soares (1924-2017)

Entre aplausos e muita emoção, o carro que transporta os
restos mortais de Mário Soares, entra na Rua Dr. João Soares, na freguesia
de Alvalade. O caixão está envolto na bandeira de Portugal. Eram 11h04 do dia
9/01/2017. A partir daqui inicia-se o cortejo fúnebre que terminou no Mosteiro
dos Jerónimos. Mais

Faculdade de Direito em dia de eleições. Foto:
24/01/2016
Marcelo Rebelo de Sousa, no
dia que ganhou as eleições para a presidência da república (24/01/2016) fez o
seu discurso de vitória na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em
Alvalade. Esta faculdade conta entre os seus alunos outro presidente da
República - Jorge Sampaio (9/03/1996-9/03/2006).
Nesta faculdade foi também
professor Marcelo Caetano, o ditador que sucedeu a outro ditador - António
Oliveira Salazar. Era morador em Alvalade e esteve para ser padrinho de Marcelo
Rebelo de Sousa. | |
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Bruxelas, 23 de Março de 2016 , 8h00
A noticia
espalhou-se rapidamente. Às 8h00 ocorreram duas explosões no aeroporto de
Zaventem, e às 9h10 ocorreu outra na estação do Metro de Maelbeek. Foi o
resultado de mais um ato terrorista de radicais islâmicos que custou a vida a
mais de 30 pessoas, tendo ficado feridas centenas de outras. Ninguém pode ficar
indiferente perante mais este crime contra a humanidade.
Lisboa, Entrecampos, 23 de Março de 2016, 18h25
Apesar da distância, o que aconteceu em Bruxelas foi
intensamente vivido em Portugal. Numa cidade cosmopolita como Lisboa, era
natural que muitas pessoas manifestassem uma maior preocupação com a segurança
ou até medo. E assim aconteceu. Pelas 18h30 era dado o alerta que na paragem de
autocarro, junto à entrada para a estação do Metro de Entrecampos estava um saco
abandonado. A polícia mobilizou rapidamente para o local uma panóplia de meios
de deteção de minas e armadilhas, o que foi largamente difundida na comunicação
social. Tratava-se afinal de um saco de lixo, mas podia ser um engenho
explosivo. A diferença seria então entre a vida e a morte. A polícia agiu bem.
Paris, 13 de Novembro de 2015

Na manhã a seguir
aos hediondos atentados em Paris, bandeiras da república francesa surgiram nas
varandas do bairro de Alvalade num manifestação pública de solidariedade com o
povo francês. Conheça a barbárie que está a ameaçar a nossa civilização.
Mais
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Alvalade em 1945. Foto Eduardo Portugal, AMF
Ao fundo vê-se o Hospital Júlio de Matos, inaugurado em
1942. O local foi aplanado para a construção da Célula 1 do Bairro de
Alvalade (1947-1949). O edifício da quinta foi mantido até no final
dos anos 50 quando foi demolido para construção de uma praceta, denominada
Rua José Lins do Rêgo (1962). Foi nesta praceta que, em Junho de 2001,
começou a ser publicado o Jornal da Praceta, o primeiro jornal electrónico
de um bairro de Lisboa.
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Quando um Manto Branco (de Granizo) cobriu
Alvalade.
Dia 21 de Março de 2016, pelas 15:20, o céu parecia
desabava quando começou a cair enormes bolas de granizo. Por momentos esperou-se
o pior, mas felizmente nada de grave acontece. Em pouco tempo Alvalade, Campo
Grande, Lumiar e outras zonas a norte de Lisboa, ficaram pintadas de branco.

João Ruela Branco, foi um dos primeiros a divulgar
imagens do manto de granizo cobriu Alvalade. Foto do Jardim do Campo Grande,
divulgada no jornal Publico. 21/3/2016.
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