Jornal da Praceta


Informação sobre a freguesia de Alvalade

(Alvalade, Campo Grande e São João de Brito )

 

Mobilidade

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Pavimentação de Ruas em Alvalade

Após anos e anos de completa incúria na conservação dos arruamentos na freguesia de Alvalade, a Câmara Municipal de Lisboa resolveu finalmente iniciar um vasto programa de pavimentação das artérias da freguesia mais esburacadas.

Requalificação da Av. da Rio de Janeiro, Av. do EUA e da Av. do Brasil

As obra de requalificação da Avenida Rio de Janeiro estão quase concluídas (Março 2016).Aguarda-se a requalificação da Avenida do Brasil (uma lástima).

Obras pavimentação da Rua José Lins do Rêgo e Rua Afonso Lopes Vieira: 11 a 18 de Novembro de 2015

Outras intervenções durante o mês de Novembro de 2015:Rua Antónia Pusich, Rua Branca de Gonta Colaço, Rua Mário de Sá Carneiro, Rua Rosália de Castro, Ruas Bernarda Ferreira de Lacerda e Alberto de Oliveira, troço sul .

Todas as intervenções são da responsabilidade da Câmara Municipal, com excepção da Rua Alberto de Oliveira cuja reabilitação foi feita pela Junta de Freguesia.

Inovação na cidade de Lisboa

Em matéria de trânsito consuma-se a divisão entre a PSP e os marginais. Não há outra interpretação a fazer. Enquanto os agentes da autoridade passam multas por excesso de velocidade e alcoolemia, os marginais, em especial os toxicodependentes, encarregam-se do estacionamento, e por vezes de regular o trânsito como acontece um pouco por toda a cidade.. 

Um exemplo no Campo Grande: 

Em certos dias, junto à Universidade Lusófona, temos de um lado da rua a polícia passar multas por excesso de velocidade, e do outro marginais a cobrar pelo estacionamento ilegal em cima de passeios ou em zonas que bloqueiam a entrada de residências ou passagens aéreas de peões. Tudo isto é feito perante o olhar atento da policia no local.

 

Impunidade !

É conhecida a falta de civismo dos condutores em Lisboa. Estacionam em tudo quanto é sítio, nomeadamente nos passeios e nos relvados dos jardins. A inoperância da Polícia Municipal de Lisboa na repressão destas situações, tem estimulado a generalização destas práticas incivilizadas, as quais se traduzem frequentemente na destruição dos espaços públicos na maior das impunidades.

Dois simples exemplos: No dia 27/10/2013, enquanto decorria o jogo entre o Sporting e o Porto, o condutor da viatura 07-72-RB, resolveu estacionar no relvado do jardim da Rua José Lins do Rego, perante o protesto dos moradores. A Polícia Municipal de Lisboa foi avisada mas nada fez. No dia 26/1/2014, um outro condutor da viatura 15-59-RL, repete a mesma cena. Vários moradores garantiram-nos que a PSP e a Polícia municipal foram igualmente avisadas, mas nada fizeram.

A situação só mudou, em Março de 2014, quando por exigência dos moradores foram colocados pilaretes que impediram a continuação do estacionamento selvático do que resta do antigo jardim.

 

 

 
 

Crateras nos Passeios 

Não bastava os automóveis invadirem os passeios e expulsarem para a rua os transeuntes, eís que surge uma nova praga: as crateras nos passeios. No lado oriental do Campo Campo Grande, as crateras já atingiram uma tal dimensão que se multiplicam as quedas de idosos e invisuais.  Entre as razões apontadas para explicar este fenómeno apontam-se as seguintes:

1. A destruição dos passeios provocada pelos automóveis, que se acentuou com a proliferação dos "jeeps";

2. O desleixe da CML ;

3.Calcetamentos mal feitos. Nada que uma eficaz fiscalização municipal não pudesse resolver.

 

Bairros velhos, bairros novos - os mesmos problemas !

O trânsito e o estacionamento na cidade de Lisboa ultrapassaram todos os limites.

À falta de civismo junta-se a total incompetência dos serviços municipais encarregues do planeamento urbanístico. A prova da verdade desta afirmação está nos novos bairros que por toda a cidade estão a serem construídos: - os problemas de transito e de estacionamento são neles iguais ou piores aos que existem nos bairros antigos. Também aqui se estaciona em cima dos passeios por falta de lugares, obrigando as pessoas a andar nas ruas entre os automóveis; as ruas estão mal dimensionadas para o tráfego corrente; os espaços verdes são inexistentes, etc. 

É preciso apurar responsabilidades e correr com a chusma de dirigentes e funcionários incompetentes e corruptos que pululam pelos serviços camarários, prontos a venderem-se ao primeiro construtor que se lhes pague um almoço...

 

O Triângulo Virtuoso de Alvalade:

Transito, Estacionamento e Acidentes

A zona de acesso ao Campo Grande, para quem vem da 2ª. Circular, está transformada num matadouro público. Em dois dias morreram mais duas pessoas, uma a 17 e outra a 20 de Julho de 2011. A contabilidade de mortos e feridos na zona revela bem a incúria com que a CML gere o transito na cidade de Lisboa.

Uma gestão urbanística camarária conduzida por incompetentes transformaram um bairro onde era agradável viver, num pandemónio. As pessoas foram expulsas dos passeios, praças e jardins pelos automóveis. Aquilo que era para ser um "Campus Universitário" tornou-se numa zona caótica. Mais . Comentário: passeios (audio mp3)

Sabia que ...

As freguesias de Alvalade, Avenidas Novas, Arroios e Benfica registaram, entre 2010 e 2013, o maior número de atropelamentos  na cidade de Lisboa. Foi quase um terço do total. Registo da sangria neste período: 2.339 feridos ligeiros, 180 feridos graves e 27 mortos.

 
 

 

Sinais de Transito em Lisboa

Descubra as Alterações!

 

 
 

Agonia de uma cidade

As estatísticas confirmam: Lisboa está a ser afogada por automóveis devido a políticas suicidárias da CML. O mais grave é que não se apuram responsabilidades e o desvario continua. Mais

O Automóvel na Cidade

 

 um texto de 1970 de F. Keil do Amaral

 

 

Portugal está completamente dominado pelos automóveis e em breve serão mais que os habitantes do país. Portugal antes da crise económica de 2008 era dos países europeus com maior número de automóveis por 1000 habitantes (548/1000 em 2008).  O aumento foi exponencial. As estatísticas são reveladoras - Automóveis ligeiros, veículos comerciais e pesados:  1982: 1.370.000 veículos; 1992:  2.707.000; 2002: 5.138.000; 2012: 5.807.100 veículos (fonte: ACAP). Os números disparam se tivermos também em conta os motociclos e quadriciclos que povoam as nossas estradas.

Os especialistas apresentam inúmeras razões para este brutal aumento de viaturas: 

1. A melhoria do nível de vida da população;

 

2.O "status" que a sua posse ainda representa para a maioria da população;

 

3. As enormes facilidades que actualmente existem para a sua aquisição;

 

4. A proliferação de viaturas em 2ª. mão oriundas de outros países da União Europeia e que aqui são vendidas a preços irrisórios. Portugal tornou-se neste aspecto um verdadeiro armazém de sucata. Nas mais recônditas aldeias é hoje possível encontrar um "stand" ao ar livre, com dezenas destas viaturas de todas as marcas.

 

5. O baixo custo do combustível, sobretudo do diesel. Sob o pretexto das viaturas se destinarem à agricultura ou uma actividade profissional qualquer, milhares e milhares de indivíduos aproveitam-se desta facilidade fiscal, e adquirem para uma empresa fantasma ou real um automóvel para uso privado. A falta de fiscalização faz o resto. Quem paga duplamente a factura é o conjunto dos contribuintes. Paga os subsídios atribuídos pelo Estado indirectamente às empresas, e leva com a poluição (o diesel é mais poluente que a gasolina);

 

6.O custo zero que representa a circulação e estacionamento dos automóveis nos centros urbanos, dado que não existem praticamente nenhumas restrições à sua circulação ou estacionamento. Estaciona-se onde se quiser, inclusive em jardins públicos. É a bandalhice total.

Lisboa: Automóveis - 10  Habitantes- 0

A política de transportes em Lisboa tem um vencedor antecipadamente conhecido: os automóveis. Todas as regras do jogo foram viciadas para que assim acontecesse. Mais

 

Enclausurados por automóveis !

 

 
 

Arquivo:

EMEL: Bate record de queixas

Esta empresa municipal, cujo contributo para a cidade ninguém consegue descobrir, bateu na Provedoria da República o record de queixas num só ano: 39 (12/6/2011). 

Radares: Afinal Não Funcionam ! Sinistralidade Aumenta.

A CML, dirigida por António Costa, anunciou com pompa a circunstância a instalação, em 2007, de 21 radares para controlar a velocidade dos automobilistas nas principais artérias e túneis de Lisboa. Largos milhões de euros foram derretidos nesta obra camarária. 

Em Janeiro de 2010, a maioria dos radares já não funcionava. O seu alcance nunca superou os 150 m a juzante dos radares. A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (1/8/2011), apurou que entre 2007 e 2010, a sinistralidade em vez de diminuir aumentou em Lisboa. 

Na Segunda Circular (3 radares), neste período, aumentou 101%. Na Av. Gago Coutinho, subiu 93%. Em todo o concelho de Lisboa passou-se de 2.350 sinistros em 2007, para 2.457 em 2010.

A sinistralidade, manteve-se elevada, nos túneis do Campo Grande. O mesmo se passou em relação ao número de vítimas de atropelamentos na cidade.

A CML, apesar de alertada para os vários pontos negros, ignorou todas as reclamações que lhe foram apresentadas. Para cúmulo, largas dezenas de milhares de infractores viram as suas multas prescritas.  

Uma vez mais, os responsáveis camarários por esta situação trágica vão ficar impunes. 

 
 

 

O "Caso" parecia estar morto, mas eis que o vereador Fernando Nunes da Silva o recuperou:

Análise da gestão de um antigo vereador 

( Machado Rodrigues, vereador responsável pelo transito em Lisboa entre 1989 e 2001 )

1. Análise de uma actuação política desastrada

2. Mais um caso de corrupção? 

 

Saiba tudo sobre este caso paradigmático da gestão camarária. Consultar

Transito em Lisboa: Só Incompetência  ?

A propaganda municipal repete sem cessar que tudo está melhor no transito na cidade de Lisboa. Esta afirmação  tem contudo um limite: a realidade, os factos constatados diariamente pelos munícipes. 

Ora, os factos são insofismáveis: ao longo de 2002 e 2003, os problemas no transito não só não diminuíram mas inclusive se agravaram. O ex-responsável pelas infra-estruturas viárias, transito, estacionamento e parques de estacionamento - Carmona  Rodrigues ( 2002-2003 ) - revelou uma total inépcia. 

Sem ideias definidas para combater os problemas que enfrentou, limitou-se a prosseguir  o pior que herdou da gestão anterior, dado que era também o mais simples que podia fazer: Praticou uma política de improviso e submissão aos lóbies da venda de automóveis, de gasolina, do betão, etc. No fim terá a recompensa. Falta é saber de quem.

 

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