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Museu
da Cidade de Lisboa
(Palácio Pimenta)
Palácio
Pimenta, Cp. Grande, 245-Tel: 21 751 32 00- Inf: 21 751 32 00 (Serviço de Animação
e Pedagogia) Um percurso pela história de
Lisboa nas diferentes etapas da sua evolução, abrangendo um período que vai
da pré-história à actualidade, contemplando as vertentes geográfica, arqueológica
e etnográfica.
Entre as suas peças mais
interessante contam-se os achados arqueológicos, que testemunham a ocupação da
região de Lisboa entre 300.000 e 100.000 a.C. Entre as maquetas destaca-se a
reconstitui a cidade antes do terramoto de 1 de Novembro de 1755.
Da vasta
colecção de pinturas (a maioria estão amontoadas nas reservas) salienta-se o "Terreiro
do Paço" (1650) de Dirk Stoop, e "O Sufrágio" (1913) de Veloso Salgado,
uma alegoria à
eleição da primeira vereação republicana em Lisboa.


Este museu funcionou entre 1942 e
1975 no Palácio da Mitra, e só em 1979 foi instalado no Palácio Pimenta, no
Campo Grande, uma típica residência de campo datada do século XVIII.
Jardim Rafael Bordalo
Pinheiro
Nos seus jardins Joana de
Vasconcelos realizou uma magnifica intervenção com peças de cerâmica do mestre
Rafael Bordalo Pinheiro.
Direção do Palácio Pimenta/Museu da CIdade
O museu, depois da saída da sua
antiga directora, a arqueóloga e historiadora Irisalva Moita (1984), esteve votado ao
mais completo abandono durante longos anos.
Em
2013 foi nomeado um novo responsável - António Miranda - de quem se esperava um
profunda mudança neste espaço museológico de enorme importância para a compreensão e
divulgação da história de Lisboa.
Esperava-se sobretudo que depois
da anterior directora ter sido corrida, fossem feitas as necessárias e urgentes
mudanças que a degradação deste espaço museológico e patrimonial carecia, mas
infelizmente quase tudo continua na mesma.
Alguns dos vícios dos seus
funcionários (cerca de 3 dezenas) persistem, nomeadamente na mania de
transformarem o passeio em frente ao museu num (ilegal) parque de
estacionamento.

O espaço assinalado para os funcionários
estacionarem as viaturas está quase deserto.

O espaço cujo estacionamento é proibido, mesmo à
frente do museu está quase sempre repleto de automóveis de funcionários
camarários. Um habito que nenhuma direção do museu ou mesmo a policia municipal
de Lisboa consegue alterar. Foto: 29/01/2016

A entrada principal do museu está repleta de
automóveis de funcionários camarários, os quais dificultam a visita a um pequeno
jardim exterior. O próprio palácio Pimenta fica deste modo diminuído na sua
dignidade por aqueles que era suposto terem por missão dignificá-lo. Foto:
29/01/2016
Notas de reportagens:
Estacionamento no Museu, Património e Degradação
Arquivo:
Azulejos do Museu de Lisboa
3 de Junho a 25 de Setembro de 2016 . Museu de Lisboa - Campo Grande
Uma exposição que revelou um importante acervo de
azulejos da CML que merecia estar exposto de forma permanente. |