Jornal da Praceta


Informação sobre a freguesia de Alvalade

(Alvalade, Campo Grande e São João de Brito  )

Breve Cronologia da Freguesia de Alvalade em Lisboa

 

 

  1323 -1959 . 1960 -2017

 
1323

Contenda no Campo de Alvalade

Confronto nas proximidades do campo de Alvalade entre as forças de D. Dinis e as do infante D. Afonso (futuro Afonso IV), seu filho. Sendo herdeiro legitimo do trono e receando ser espoliado pelos seus irmãos revoltou-se contra o seu pai. Graças à intervenção da rainha D. Isabel a guerra foi evitada. No local (Arco Cego) foi colocada uma lápida a assinalar o facto, nos nossos dias foi completamente vandalizada.

1384

Acampamento das tropas castelhanas

No sítio de Alvalade o Grande, perto do Lumiar, as tropas castelhanas armam as suas tendas antes de sitiarem Lisboa.

 

1520 Em documentos da época aparece a distinção entre Alvalade, o grande (Campo Grande  e Alvalade, o pequeno (Campo Pequeno)
1578

Exercícios Militares

Os campos de alvalade foram escolhidos por D. Sebastião, em 1578, para neles serem realizados os exercícios das forças militares que acabariam por ter um desfecho trágico na Batalha de Alcácer-Quibir, em Marrocos. 

 

1620 Por volta de 1620 ter-se-á constituído a Freguesia dos Santos Reis Magos do Campo Grande.
1689 Oficinas

A partir de finais do século XVII começam a instalar-se no Campo Grande diversas fábricas destinadas à produção de cerveja (1689), seda (c.1771), lapidação de diamantes, cordas (ambas em princ.séc.XIX), lanifícios (1838), etc.

1778 A

Feira e Igreja do Campo Grande

Imagem da Igreja dos Santos Reis Magos do Campo Grande  (1993).

Arranque das obras  da nova Igreja e início da Feira do Campo Grande. 

A iniciativa da Feira partiu da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Freguesia dos Santos Reis e destinava-se a financiar a construção da nova Igreja dado que a anterior fora destruída pelo terramoto de 1755. Este templo sofreu profundas modificações no século XIX. No século XX, o antigo adro que era fechado foi transformado num terreiro aberto(1913) tendo sido retirado nesta altura o cruzeiro (datado de 1646). Em fins dos anos noventa foi construído um enorme edifício para centro paroquial. 

A primeira feira do Campo Grande realizou-se em 1778 durante e mês de Outubro e prolongou-se por cerca de 13 dias.  A partir de então e já com outras finalidades continuou a realizar-se anualmente neste mesmo local, quase sempre durante o mês de Outubro. Em 1902 realizou-se no Campo Pequeno. Em 1932 foi transferida para o Lumiar onde acabará por desaparecer. Era uma das feiras mais populares de Lisboa. Quase tudo aqui se podia encontrar: gado, alfaias e produtos agrícolas, mas também muitos espaços e oportunidades de diversão como circos, marionetas, barracas de comes-e-bebes, etc.

 

A Feira das Bestas no Campo Grande

Pintura de Hofman datada de 1849.

Col. Museu da Cidade

1780

Desmembramento de parte da Freguesia de Santos Reis do Campo Grande para a constituição da freguesia de Arroios.

1788

Passeio Público do Campo Grande e Pequeno

O Intendente Geral da Polícia Pina Manique manda fazer o projecto de um Passeio Público para o Campo Grande e Pequeno, aproveitando para regularizar o local onde era realizada feira anual. Durante anos aqui se procedeu a obras e plantações.

1831 Esperas de Touros

Não sabe quando terá começado esta tradição em Lisboa. Uma coisa é certa foi durante o turbulento reinado de D. Miguel, cognominado justamente de "Rei Toureiro" que atingiu grande popularidade. Neste ano, em grande medida devido à sua acção, a 3 de Julho, é  inaugurada no Campo Santana uma praça de touros. Para a primeira corrida,  o Rei Toureiro ofereceu da sua ganadaria nada menos que 16 touros. Era para aqui que seguiam os touros. O seu percurso gerava entre a assistência um verdadeiro tumulto : os animais entravam pela Calçada da Carriche, seguiam depois pela Estrada do Lumiar, Campo Grande repousando depois nas imediações do Palácio das Galveias. No outro dia seguiam pela Estrada do Arco Cego,  Arroios, Santa Bárbara, Paço da Rainha até ao destino, a praça do Campo Santana. Ao longo deste trajecto não faltavam retiros, casa de pasto e tabernas onde se comia, bebia e cantava o fado. Entre a assistência habitual destas esperas evidenciava-se um grupo muito diversificado de arruaceiros que marcou o imaginário lisboeta, constituído por fidalgos, criminosos, prostitutas, chulos, fadistas e outros vadios que exprimiam os valores mais reaccionários da sociedade portuguesa do tempo. A transformação do fado numa canção urbana de elevado qualidade estética far-se-á, por exemplo, a partir de finais do século XIX pela sua apropriação por outros grupos sociais. 

Um percurso mais modesto, mas não menos excitante, surgiu a partir de finais do século XIX. O gado que entrava em Lisboa para alimentar a sua população, seguia para o Mercado Geral do Gado (situado em Entre Campos), onde era leiloado, seguindo depois para o Matador (junto à actual Praça do Saldanha). Em certas alturas do ano,  a sua matança constituía um verdadeiro acontecimento social.

Condução de touros no Campo Grande. Ao fundo pode ver-se a Igreja do Campo Grande com um adro fechado por um muro.

Litografia de Júlio A. Rocha . Col. Museu da Cidade

 

1833

Guerra Civil

A 9 de Outubro de 1833, ocorre no Campo Grande, um importante combate entre as tropas de D. Pedro e as de D. Miguel, saindo as primeiras vencedoras.

1838 Inicio da laboração da fábrica de lanifícios do Campo Grande, num edificio construído para o efeito por Aniceto Ventura Rodrigues. Desactivada a fábrica foi na mesma instalado, em século do século XX, um hospital militar veterinário, o Batalhão do Serviço de Transportes e, mais recentemente a Universidade Lusófona.
1857 Asilo D. Pedro V

Imagem datada de 1957

Inauguração a 10 de Outubro de 1857, o Asilo de D. Pedro V. A sua meritória obra prolongou-se até aos anos 70 do século XX. O edíficio foi demolido em 1999, sendo construído no local um "à sua imagem", destinado a albergar a Fundação Cidade de Lisboa e a Biblioteca Vitor Sá da Universidade Lusófona.

1873 Caminhos de Ferro

É inaugurado, a 6 de Setembro, o caminho de ferro Larmajant que ligava Lisboa e Torres Vedras. A primeira estação estava situada no Campo Pequeno e a segunda no Campo Grande. Não tardou a encerrar. Anos depois, a 11 de Junho de 1890, é assente a actual linha de comboio que atravessa a Av. da República. O viaduto data do século XX.

1874 Quebra-Bilhas

Este antigo retiro lisboeta, que terá sido aberto em 1793, passa a funcionar no actual edifício do Campo Grande. Um local de visita obrigatória na Freguesia.

No ano de 2006, quando Carmona Rodrigues era presidente da CML o Quebra Bilhas fecha as portas. Para saber mais

1880 Pereira jr. pinta o tecto da Igreja paroquial de Santos Reis Magos do Campo Grande, restaura igualmente os quadros seiscentistas nela existentes.

 

1885 No âmbito da reforma do município de Lisboa, a 18 de Julho, a Freguesia dos Santos Reis do Campo Grande (Campo Grande) é integrada na cidade de Lisboa
1887

A 2 de Agosto, o Estado entrega à CML, o parque do Campo Grande. O acto  realiza-se na Casa da Administração da Tapada do Campo Grande.

 

1889

 

 

 

 

 

 

Futebol

Nos terreiros do Campo Pequeno, em 1889 foi  realizado o primeiro jogo de futebol em Portugal.

Ao fundo do Campo Grande, a 1 de Junho de 1906, funda-se o Sporting Clube de Portugal, em grande parte devido à iniciativa do jovem José de Alvalade que contou com o apoio do seu avô o visconde de Alvalade.

1892

Praça de Touros

Pelo menos desde o século XVIII aqui se realizavam corridas de touros. A actual praça data foi inaugurada em 1892, o autor do projecto foi António José Dias da Silva (1848-1912). É totalmente construída em tijolo e apresenta em estilo neo-árabe, com cúpulas semelhantes às de mesquitas. Tem uma área de 5.000m2 e um redondel de de 80m de diâmetro. Foi concebida para  8.438 espectadores. 

1908 i

A iniciativa surgiu em 1908. A subscrição começou nesse mesmo ano, sendo a 1º. pedra colocada no dia 15 de Setembro. O concurso do monumento foi ganho pelo J. de Oliveira Ferreira  (estatuária) e  F. de Oliveira Ferreira (arquitectura). A obra foi só concluída a 29 de Novembro de 1932. A sua inauguração fez-se dia 8 de Janeiro de 1933.

1911

O topónimo Avenida dos Estados Unidos da América foi atribuído por edital datado de 7 de Agosto de 1911. A 27 de Dezembro de 1930 será a vez  da Avenida de Roma. A 29 de Julho de 1948 é atribuído o topónimo de Av. Rio de Janeiro e, a 23 de Dezembro  a Av. Alferes Malheiro passa a denominar-se Av. do Brasil.

1927 A 27 de Dezembro trava-se no Campo Grande o último duelo que ocorreu em Portugal. António Centeno (monárquico e capitalista) e António Beja da Silva (republicano, vereador e vice-presidente da CML) foram  os combatentes por "motivos de honra". Em breve toda a história neste local.
1930 O Arqº Pardal Monteiro elabora o primeiro Anteplano da Cidade Universitária prevista para o Campo Grande.

O plano de Urbanização da Cidade de Lisboa do Arqº Urbanísta De Groer, iniciado em 1938 define já a forma da Zona da Cidade Universitária de Lisboa. Por despacho do MOP de 25/11/953, foi fixada a zona de protecção do então Hospital Escolar de Lisboa e de outros edifícios universitários, conforme planta constante do Diário do Governo nº301/53 - II Série.

O Decreto-Lei nº45.545, de 1 de Março de 1956, veio dar expressão legal às condições entretanto acordadas com a Câmara Municipal de Lisboa, para transferência para a posse do Estado de terrenos Municipais situados na referida zona e correspondente plano geral da Cidade de Lisboa, definindo por outro lado o regime de cooperação e prazo das acções a levar a efeito com vista à satisfação das exigências do programa de execução do aludido plano. Entretanto e por despachos do MOP de 25 /07/960, foram fixados novos limites da zona em questão, ou seja, do já então denominado Hospital de Santa Maria, edifícios e outras instalações integradas na Cidade Universitária, de acordo com a planta inserta no Diário do Governo nº205, II série, de Setembro de 1960.

1931

Biblioteca das Galveias

Após três décadas de abandono a CML decide adquirir, em 1928, o Palácio das Galveias. Feitas as obras necessárias é inaugurado a 5 de Julho de 1931, o museu e biblioteca das Galveias. O museu acabará no Campo Grande, a biblioteca continua lá, mas ressente-se do espaço acanhado e da falta de condições. O seu lindíssimo pátio está frequentemente transformado num parque de estacionamento privado dos funcionários camarários.  Lisboa merecia  uma biblioteca e já agora arquivos históricos municipais com outra dignidade.

1935 Inaugura-se a 3 de Fevereiro a sede da Freguesia  do Campo Grande, mandada construir por Francisco de Melo, num terreno de 763m2 cedido pela CML, sendo a construção financiada pelo Comissariado do Desemprego, o Governo Civil de Lisboa e alguns particulares. Durante muitos anos aqui funcionou também uma escola primária, uma creche e um posto médico. Aqui funcionou também uma polémica Associação Auto-Parque Lins do Rego e um meritório jardim infantil.
1938 A 7 de Outubro constitui-se a Freguesia de Nª. Sª. de Fátima anexando parte da área da Freguesia do Campo Grande.
1942

Após três décadas de projectos e obras, a 2 de Abril de 1942  é inaugurado o Hospital Júlio de Matos. O primeiro projecto data de 1912. Em 1933, o arquitecto Carlos Ramos deu aos edificios a sua forma actual. O impulso final coube a Júlio de Matos. Este hospital ocupa uma área de 17 hectares, e compreende 34 pavilhões, separados por espaços ajardinados. Neste momento atravessa um fase de novas construções. Esta instituição é pioneira em vários métodos do tratamento dos doentes mentais.  

1945

Plano de Urbanização Alvalade

O bairro de Alvalade fazia parte de um plano mais vasto encomendado para a cidade de Lisboa por Duarte Pacheco ( o Plano Geral de Groer). Foi elaborado por Faria da Costa em 1945 e, compreendia uma área total de 230 hectares e destinava-se a acolher 45.000 habitantes. Estava limitado a norte  pela Av. do Brasil (antiga Av. Alferes Malheiro), a  leste pela Av. Gago Coutinho (antiga Av. do Aeroporto), a oeste pelo Campo Grande e a Rua de Entrecampos e a sul pelo caminho de ferro que atravessa a Av. de Roma. O conjunto estava organizado em torno de células, tendo em cada uma delas um equipamento social agregador.

1947 Bairro das Caixas

Inicio da construção do bairro de casas de renda económica de Alvalade, destinado às "classes médias". Com o Bairro do Restelo trata-se do grande projecto de modernização da cidade lançado nos anos 40 e que se prolongou até finais dos anos 50. O bairro integrava-se  no Plano de Alvalade concebido por Faria da Costa em 1945. Toda a área foi expropriada para o efeito. A CML fez a construção por contrato com entidades privadas sendo o financiamento assegurado pela Federação das Caixas de Previdência. Neste programa previa-se a construção de 302 edifícios com um total de 2066 fogos. No final de 1947 a CML anunciou que já estavam em fase se acabamento 225 edifícios. Por volta de 1954 o bairro das caixas estava praticamente concluído, faltando no entanto muitas das suas infra-estruturas fundamentais, como áreas comerciais, escolas, equipamentos desportivos, etc. Era um verdadeiro dormitório Cerca de 60% da capacidade total do desta nova urbanização foi utilizada no realojamento dos antigos bairros abrangidos pelo novo plano de urbanização. As rendas variavam então entre 320$00 e os 640$00.

1948

Escola Eugénio dos Santos

A Escola Técnica Elementar Eugénio dos Santos é criada  em 1948, pelo Decreto nº37029, publicado no Diário do Governo de 25 de Agosto, mais tarde é transformada em escola preparatória mantendo o mesmo nome.    

1952

Iniciam-se as obras da Igreja de São João de Brito, com verbas provenientes da venda do terreno e Igreja da Conceição Nova. O projecto é da autoria do arquitecto Vasco Regaleira, as obras são dirigidas pelos engenheiros Pinheiro da Silva  e Marques da Silva. Possui uma única nave, e tem uma plana em cruz latina. Na frontaria pode ver-se os escudos de Lisboa, as armas pontifícias e a imagem de São João de Brito obras do escultor Joaquim Correia. Destacam-se ainda o baptistério de Severo Portela, os azulejos policromos e a cerâmica de Maria Amélia Carvalheira da Silva. As imagens do orago são de Soares Branco.

Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC)

Este laboratório foi criado em 1946, as instalações na Av. do Brasil foram inauguradas em 1952

 

1953 Inauguração do Hospital Universitário de Santa Maria

 

1955 Bairro das Estacas

Conclui-se o denominado Bairro das Estacas (Rua Bulhão Pato), da autoria de Formosinho Sanchez e Rui d`Athouguia. O projecto data de 1950 e foi considerado na altura como a primeira construção que aplicava de uma forma coerente a Carta de Atenas, recebendo vários prémios nacionais e internacionais. Para a realização deste projecto, os citados  arquitectos introduziram algumas alterações locais no Plano de Urbanização de Alvalade, propondo um conjunto de de quatro blocos dispostos em paralelo, assentes em "pilotis" com espaços verdes entre si. Estabeleceram deste modo uma separação entre os espaços para os automóveis e os espaços para peões. Cada habitação ( em duplex ) tinha amplas varandas que davam para espaços verdes, recebendo o sol de nascente ou poente. O conjunto encontra-se hoje profundamente degradado na sua traça original.

1956

 

Estádio Universitário

Entre os edifícios e espaços projectados para a Cidade Universitária de Lisboa, em finais dos anos 40 começou a ganhar forma o então denominado Estádio Universitário de Lisboa (EUL), abrangendo uma área aproximada de 40 Ha, hoje delimitado por 4 grandes artérias (Avenida Professor Egas Moniz; Azinhaga das Galhardas; Avenida General Norton de Matos; Avenida Professor Gama Pinto).  Dentro do programa inicial dos anos 50 para o EUL, apresentado pelo então Centro Universitário de Lisboa, foi dada prioridade à construção do Campo Desportivo Principal, que constituía como que um pequeno Estádio Olímpico, visto ter todas as condições para a prática de actividades desportivas, como o Rugby, o Futebol e o Atletismo. O estádio foi inaugurado em 1956. Foram igualmente concluídos na mesma época campos de: Atletismo, destinado a corridas, saltos lançamentos e ginástica; Treinos de futebol; Ténis, Basquetebol e Voleibol, todos eles com características regulamentares. Logo no ano da sua inauguração o EUL acolheu a realização das provas de atletismo dos jogos FISEC (Federação Internacional dos Estudantes do Ensino Católico).

A estabilização orgânica, funcional e territorial do EUL foi concluída primeiro, pela Portaria nº64/88, de 1 de Fevereiro; e, depois pela publicação em 22 de Agosto de 1989 da actual lei orgânica (Decreto-lei nº276/89, de 22 de Agosto). Desde a data da sua publicação assistiu-se a uma progressiva transformação do seu parque desportivo.

Em 1988 o Complexo Desportivo Universitário era constituído por: 1. Estádio de Honra, com campo relvado e pista de atletismo; 2.Campo de grandes jogos, relvado nº 2;  3.Pista de atletismo secundária;  4. Pavilhão 1 - polidesportivo;   5. Pavilhão 2 - de apoio;  6.Campos de futebol de 5 descobertos (3); 7.Campos de ténis (6);  8.Campo de futebol, semi-estabilizado;  9.Circuito de manutenção;  10. Campos pelados de Grandes Jogos, na Zona Norte (4); 

Em 1994, é feita a remodelação e modernização das pistas de Atletismo do EUL, as quais acolheram o Campeonato do Mundo de Juniores de Atletismo em 1994.

O Complexo de Piscinas do EUL foi inaugurado em 10 de Julho de 1997.

1957

Cinema Alvalade e Roma

Com pompa e circunstância são inauguradas duas magnifica salas de cinema, o Alvalade e o Roma. O primeiro acabou demolido, depois de ser servido como igreja da IURD e, o segundo depois de ter sido adquirido pela CML é actualmente o Forum de Lisboa.

1959

 

Freguesias

Neste ano são criadas as Freguesia de São João de Brito e de Alvalade pelo Dec.-Lei nº42 142, de 7 de Fevereiro de 1959, que também delimita as freguesias de Lisboa e o seu número (53).  Em 2013 as freguesias de São João de Brito, Alvalade e Campo Grande serão extintas passando a integrar a nova Freguesia de Alvalade.

Metro

O metro chega a Entre Campos (Entrecampos). A zona passa a ter excepcionais condições de acessibilidade. Pretendia-se construir aí a Central de Camionagem de Lisboa, mas no local, a título precária, acabará por ficar desde 1961, a Feira Popular de Lisboa. 

   
 

Continua

   
  Carlos Fontes
 





 

Editorial

Entrada

História local
Guia do Lazer
 
 

Descubra as Novidades nas Diferentes Secções 

Nove contos originais estão à sua espera no Jardim Infantil